Por que Patos voam e as Galinhas, não.
Os patos voam porque têm asas fortes e estrutura corporal adequada, enquanto as galinhas domésticas não voam devido ao seu peso excessivo e asas desproporcionais, resultado da seleção artificial para produção de ovos e carne. As galinhas selvagens podem voar em curtas distâncias, mas as versões domesticadas foram criadas para ter músculos grandes e corpos pesados, dificultando o voo, e a sua produção diária de ovos contribui ainda mais para esse peso.
📎Por que os patos voam
Asas fortes e estrutura aerodinâmica:
Os patos têm asas bem desenvolvidas para sustentação no ar e capacidade para migrações de longa distância, podendo atingir altitudes consideráveis.
Seleção natural:
A sua aptidão para o voo é uma adaptação evolutiva que lhes permite escapar de predadores e migrar para locais mais quentes.
📎Por que as galinhas não voam (ou voam muito pouco)
A seleção artificial:
A criação humana selecionou galinhas para serem mais pesadas e férteis. Esse processo favoreceu características como a produção de ovos e carne, em detrimento da capacidade de voo.
Peso corporal:
As galinhas domésticas são muito mais pesadas do que as suas antepassadas selvagens. Este excesso de peso torna o voo extremamente difícil, mesmo que tenham asas.
Asas pequenas:
As asas das galinhas domésticas são pequenas em comparação com o peso dos seus corpos. A relação entre o peso do corpo e a área da asa não é suficiente para sustentar o voo.
Ossos não pneumáticos:
Ao contrário das aves que voam, as galinhas não possuem ossos ocos, que diminuiriam o seu peso.
Musculatura peitoral:
A musculatura peitoral das galinhas não é desenvolvida para sustentar o voo de longa distância.
Voos curtos:
Apesar de não serem verdadeiros voadores, as galinhas domésticas ainda conseguem dar curtos voos ou saltos, geralmente para alcançar poleiros ou fugir de um perigo imediato.
@vidaselvagem
Os patos voam porque têm asas fortes e estrutura corporal adequada, enquanto as galinhas domésticas não voam devido ao seu peso excessivo e asas desproporcionais, resultado da seleção artificial para produção de ovos e carne. As galinhas selvagens podem voar em curtas distâncias, mas as versões domesticadas foram criadas para ter músculos grandes e corpos pesados, dificultando o voo, e a sua produção diária de ovos contribui ainda mais para esse peso.
📎Por que os patos voam
Asas fortes e estrutura aerodinâmica:
Os patos têm asas bem desenvolvidas para sustentação no ar e capacidade para migrações de longa distância, podendo atingir altitudes consideráveis.
Seleção natural:
A sua aptidão para o voo é uma adaptação evolutiva que lhes permite escapar de predadores e migrar para locais mais quentes.
📎Por que as galinhas não voam (ou voam muito pouco)
A seleção artificial:
A criação humana selecionou galinhas para serem mais pesadas e férteis. Esse processo favoreceu características como a produção de ovos e carne, em detrimento da capacidade de voo.
Peso corporal:
As galinhas domésticas são muito mais pesadas do que as suas antepassadas selvagens. Este excesso de peso torna o voo extremamente difícil, mesmo que tenham asas.
Asas pequenas:
As asas das galinhas domésticas são pequenas em comparação com o peso dos seus corpos. A relação entre o peso do corpo e a área da asa não é suficiente para sustentar o voo.
Ossos não pneumáticos:
Ao contrário das aves que voam, as galinhas não possuem ossos ocos, que diminuiriam o seu peso.
Musculatura peitoral:
A musculatura peitoral das galinhas não é desenvolvida para sustentar o voo de longa distância.
Voos curtos:
Apesar de não serem verdadeiros voadores, as galinhas domésticas ainda conseguem dar curtos voos ou saltos, geralmente para alcançar poleiros ou fugir de um perigo imediato.
@vidaselvagem
❤9
10 animais fantásticos que habitam o planeta Terra
Por: Mega Curioso
O planeta Terra está cheio de animais incríveis. Porém, muitos deles estão seriamente ameaçados de extinção. Abaixo, confira alguns dos mais incomuns que você já viu e que podem desaparecer completamente nos próximos anos, infelizmente...
1. Saiga
Essa espécie de antílope está na Terra desde a Idade do Gelo, mas hoje em dia está em estado crítico de preservação. Esses animais habitam a região da Eurásia, e seus chifres são considerados medicinais na China. Além disso, uma doença misteriosa, em 2015, acelerou ainda mais a mortalidade – ao menos 70% dos 250 mil indivíduos vivos naquela época acabaram morrendo.
Por: Mega Curioso
O planeta Terra está cheio de animais incríveis. Porém, muitos deles estão seriamente ameaçados de extinção. Abaixo, confira alguns dos mais incomuns que você já viu e que podem desaparecer completamente nos próximos anos, infelizmente...
1. Saiga
Essa espécie de antílope está na Terra desde a Idade do Gelo, mas hoje em dia está em estado crítico de preservação. Esses animais habitam a região da Eurásia, e seus chifres são considerados medicinais na China. Além disso, uma doença misteriosa, em 2015, acelerou ainda mais a mortalidade – ao menos 70% dos 250 mil indivíduos vivos naquela época acabaram morrendo.
2. Solenodonte-haitiano
Esse é um dos pouquíssimos mamíferos venenosos do planeta, injetando o veneno através de suas presas. Ele pode ser encontrado em algumas regiões da América Central, como a República Dominicana, aa ilha de São Domingo e, é claro, o Haiti, que o batiza – ele também pode ser chamado de agouta.
Esse é um dos pouquíssimos mamíferos venenosos do planeta, injetando o veneno através de suas presas. Ele pode ser encontrado em algumas regiões da América Central, como a República Dominicana, aa ilha de São Domingo e, é claro, o Haiti, que o batiza – ele também pode ser chamado de agouta.
3. Axolote
Essa é uma espécie de salamandra que costuma ser usada em laboratórios por conta de sua incrível capacidade de regeneração. Esse animal também é chamado de Axolotle, que vem do asteca e significa "monstro aquático" – algo bem bizarro para um bichinho que mede, em média, 23 cm.
Essa é uma espécie de salamandra que costuma ser usada em laboratórios por conta de sua incrível capacidade de regeneração. Esse animal também é chamado de Axolotle, que vem do asteca e significa "monstro aquático" – algo bem bizarro para um bichinho que mede, em média, 23 cm.
4. Uacari
Também chamado de uacari-branco e de macaco-inglês, esse bichão não faz jus a esses nomes, já que tem a cara vermelha e é natural da Amazônia brasileira!
Também chamado de uacari-branco e de macaco-inglês, esse bichão não faz jus a esses nomes, já que tem a cara vermelha e é natural da Amazônia brasileira!
5. Sauim-de-coleira
Outro animal da Amazônia brasileira, esse saguizinho corre sério risco de extinção. Hoje em dia, é encontrado na Região Metropolitana de Manaus, mas como seu habitat tem diminuído drasticamente, ele tem se aventurado por centros urbanos, onde morre atropelado ou eletrocutado.
Outro animal da Amazônia brasileira, esse saguizinho corre sério risco de extinção. Hoje em dia, é encontrado na Região Metropolitana de Manaus, mas como seu habitat tem diminuído drasticamente, ele tem se aventurado por centros urbanos, onde morre atropelado ou eletrocutado.
6. Porco-formigueiro
Em vários países, ele é conhecido como "aardvak", que em africâner significa "porco-da-terra". Ela é habita toda a região Centro-Sul da África e possui hábitos noturnos. Outro detalhe é que ele costuma viver sozinho, raramente visto na companhia de outros de sua espécie.
Em vários países, ele é conhecido como "aardvak", que em africâner significa "porco-da-terra". Ela é habita toda a região Centro-Sul da África e possui hábitos noturnos. Outro detalhe é que ele costuma viver sozinho, raramente visto na companhia de outros de sua espécie.
7. Anta-de-baird
Também chamada de anta-centro-americana, por habitar principalmente a América Central – ainda que seja encontrada em regiões da Colômbia e do Equador –, esta simpática criatura é o maior mamífero americano, chegando a pesar 400 kg.
Também chamada de anta-centro-americana, por habitar principalmente a América Central – ainda que seja encontrada em regiões da Colômbia e do Equador –, esta simpática criatura é o maior mamífero americano, chegando a pesar 400 kg.
8. Aie-aie
Esse bichinho que tem um nome que mais parece um grito de guerra é originário de Madagáscar. Ele é um primata que possui grandes olhos que facilitam a visão noturna e o tornam um animal bastante notívago. Infelizmente, também corre risco de extinção – seu parente mais próximo já está extinto há 1 mil anos!
Esse bichinho que tem um nome que mais parece um grito de guerra é originário de Madagáscar. Ele é um primata que possui grandes olhos que facilitam a visão noturna e o tornam um animal bastante notívago. Infelizmente, também corre risco de extinção – seu parente mais próximo já está extinto há 1 mil anos!
9. Condor-da-califórnia
Hoje em dia, ele é encontrado apenas na região do Grand Canyon e das montanhas a oeste da Califórnia, correndo sério risco de extinção.
Hoje em dia, ele é encontrado apenas na região do Grand Canyon e das montanhas a oeste da Califórnia, correndo sério risco de extinção.
10. Musaranho-elefante
Com sua tromba, esse pequeno animal consegue capturar insetos em pleno voo!
Com sua tromba, esse pequeno animal consegue capturar insetos em pleno voo!
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