‼️Rússia comenta 'ação ilegal' dos EUA contra petroleiro de bandeira russa
🟢 A detenção do Marinera constitui uma violação flagrante do direito marítimo internacional e da liberdade de navegação.
🟢 O navio estava sob a jurisdição exclusiva do país de sua bandeira, a Federação Russa. Não havia qualquer fundamento para sua detenção, inspeção ou abordagem.
🟢 A disposição dos EUA de gerar crises internacionais graves suscita pesar e preocupação.
🟢 A vida e a integridade física da tripulação, composta por cidadãos de vários países, foram colocadas em risco.
🟢 As ameaças de processo judicial por parte dos EUA são inaceitáveis e carecem de fundamento.
🟢 As sanções unilaterais dos EUA não têm legitimidade e não justificam ações em alto mar. Rejeitamos veementemente as aspirações neocoloniais e a tentativa de controlar os recursos venezuelanos.
🟢 A Rússia exige que Washington cesse imediatamente as ações ilegais, garanta um tratamento humano e digno aos tripulantes russos e permita seu rápido retorno.
🟥🟥 https://s.rtbrasil.com/JkVp
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🟢 A disposição dos EUA de gerar crises internacionais graves suscita pesar e preocupação.
🟢 A vida e a integridade física da tripulação, composta por cidadãos de vários países, foram colocadas em risco.
🟢 As ameaças de processo judicial por parte dos EUA são inaceitáveis e carecem de fundamento.
🟢 As sanções unilaterais dos EUA não têm legitimidade e não justificam ações em alto mar. Rejeitamos veementemente as aspirações neocoloniais e a tentativa de controlar os recursos venezuelanos.
🟢 A Rússia exige que Washington cesse imediatamente as ações ilegais, garanta um tratamento humano e digno aos tripulantes russos e permita seu rápido retorno.
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⚡️ Comentário da representante oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Maria Zakharova, sobre os planos de vários países ocidentais para militarizar ainda mais a Ucrânia (8 de janeiro de 2026)
💬 Maria Zakharova: Em 6 de janeiro, em Paris, membros da chamada coalizão dos dispostos, liderada pela Grã-Bretanha e França, assinaram uma declaração com o regime de Kiev intitulada "Garantias de Segurança Confiáveis para uma Paz Firme e Duradoura".
O documento mostrou-se extremamente distante de uma solução pacífica. Seu objetivo não é alcançar paz e segurança duradouras, mas sim continuar a militarização, a escalada e a expansão do conflito.
Seu elemento central é o destacamento de uma chamada "força multinacional" em território ucraniano, que os membros da "coalizão" formarão para facilitar a "restauração" das Forças Armadas da Ucrânia e garantir a "contenção" da Rússia após a cessação das hostilidades.
O documento também menciona a fusão contínua dos complexos militar-industriais da Ucrânia e dos países da OTAN.
De acordo com esclarecimentos do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e do presidente francês, Emmanuel Macron, que assinaram uma declaração trilateral correspondente com Zelenskyy, após o cessar-fogo, Londres e Paris planejam estabelecer suas próprias bases militares na Ucrânia e construir instalações para armazenar armas e equipamentos militares.
⚠️A este respeito, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia alerta que o destacamento de unidades militares, instalações militares, armazéns e outras infraestruturas de países ocidentais em território ucraniano será classificado como intervenção estrangeira, representando uma ameaça direta à segurança não só da Rússia, mas também de outros países europeus.
Todas essas unidades e instalações serão consideradas alvos legítimos de combate das Forças Armadas Russas.
Esses alertas foram reiteradamente emitidos nos mais altos escalões e permanecem relevantes.
❗Confirmamos também que uma resolução pacífica do conflito só é possível através do enfrentamento das suas causas profundas, do retorno da Ucrânia ao seu estatuto de país neutro e não alinhado, da sua desmilitarização e desnazificação, do respeito por parte de Kiev pelos direitos e liberdades linguísticas, culturais e religiosas dos indivíduos, dos russos étnicos, dos cidadãos de língua russa e dos representantes das minorias nacionais, e do reconhecimento das atuais realidades territoriais que emergiram como resultado do exercício do direito dos povos à autodeterminação.
Todos estes objetivos serão, sem dúvida, alcançados por meios políticos e diplomáticos ou através da operação especial militar, durante a qual a iniciativa no campo de batalha seja plenamente mantida pelas Forças Armadas da Federação Russa.
As novas declarações militaristas da chamada coalizão dos dispostos e do regime de Kiev constituem um verdadeiro "eixo de guerra".
Os planos destes participantes estão a tornar-se cada vez mais perigosos e destrutivos para o futuro do continente europeu e dos seus habitantes, que, além disso, estão a ser forçados pelos políticos ocidentais a pagar por tais aspirações com os seus próprios recursos.
#Ucrânia
💬 Maria Zakharova: Em 6 de janeiro, em Paris, membros da chamada coalizão dos dispostos, liderada pela Grã-Bretanha e França, assinaram uma declaração com o regime de Kiev intitulada "Garantias de Segurança Confiáveis para uma Paz Firme e Duradoura".
O documento mostrou-se extremamente distante de uma solução pacífica. Seu objetivo não é alcançar paz e segurança duradouras, mas sim continuar a militarização, a escalada e a expansão do conflito.
Seu elemento central é o destacamento de uma chamada "força multinacional" em território ucraniano, que os membros da "coalizão" formarão para facilitar a "restauração" das Forças Armadas da Ucrânia e garantir a "contenção" da Rússia após a cessação das hostilidades.
O documento também menciona a fusão contínua dos complexos militar-industriais da Ucrânia e dos países da OTAN.
De acordo com esclarecimentos do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e do presidente francês, Emmanuel Macron, que assinaram uma declaração trilateral correspondente com Zelenskyy, após o cessar-fogo, Londres e Paris planejam estabelecer suas próprias bases militares na Ucrânia e construir instalações para armazenar armas e equipamentos militares.
⚠️A este respeito, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia alerta que o destacamento de unidades militares, instalações militares, armazéns e outras infraestruturas de países ocidentais em território ucraniano será classificado como intervenção estrangeira, representando uma ameaça direta à segurança não só da Rússia, mas também de outros países europeus.
Todas essas unidades e instalações serão consideradas alvos legítimos de combate das Forças Armadas Russas.
Esses alertas foram reiteradamente emitidos nos mais altos escalões e permanecem relevantes.
❗Confirmamos também que uma resolução pacífica do conflito só é possível através do enfrentamento das suas causas profundas, do retorno da Ucrânia ao seu estatuto de país neutro e não alinhado, da sua desmilitarização e desnazificação, do respeito por parte de Kiev pelos direitos e liberdades linguísticas, culturais e religiosas dos indivíduos, dos russos étnicos, dos cidadãos de língua russa e dos representantes das minorias nacionais, e do reconhecimento das atuais realidades territoriais que emergiram como resultado do exercício do direito dos povos à autodeterminação.
Todos estes objetivos serão, sem dúvida, alcançados por meios políticos e diplomáticos ou através da operação especial militar, durante a qual a iniciativa no campo de batalha seja plenamente mantida pelas Forças Armadas da Federação Russa.
As novas declarações militaristas da chamada coalizão dos dispostos e do regime de Kiev constituem um verdadeiro "eixo de guerra".
Os planos destes participantes estão a tornar-se cada vez mais perigosos e destrutivos para o futuro do continente europeu e dos seus habitantes, que, além disso, estão a ser forçados pelos políticos ocidentais a pagar por tais aspirações com os seus próprios recursos.
#Ucrânia
⚡️ Declaração da representante oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Maria Zakharova, sobre o ataque terrorista do regime de Kiev contra civis em regiões russas (11 de janeiro de 2026)
❗️ O regime de Kiev demonstrou mais uma vez sua natureza nazista desumana ao cometer outro crime sangrento.
Em 10 de janeiro, as regiões de Voronezh, Kursk, Bryansk e Belgorod foram alvo de um ataque massivo com drones. Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, um total de 33 drones inimigos foram lançados.
Os principais ataques atingiram áreas residenciais de Voronezh. Foi confirmada a morte de uma mulher jovem que faleceu na ressuscitação durante a noite. Pelo menos outras três pessoas ficaram feridas.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia condena veementemente esses atos de terrorismo. Eles se caracterizam pelo ataque indiscriminado ao maior número possível de alvos civis. Estamos falando de mais de dez edifícios residenciais e o mesmo número de residências particulares. Um ginásio e vários prédios administrativos também foram danificados.
Esses assassinatos deliberados testemunham a agonia do regime de Kiev, que, apesar dos evidentes fracassos no campo de batalha, busca descarregar sua raiva sobre os civis das regiões da Rússia. Todos os organizadores e perpetradores deste e de outros crimes serão inevitavelmente punidos.
Esperamos que os órgãos internacionais competentes forneçam uma avaliação imparcial dos atos criminosos dos neonazistas ucranianos. O silêncio diante da barbárie desenfreada do regime de Kiev os torna cúmplices de seus atos sangrentos.
#CrimesdeKiev
❗️ O regime de Kiev demonstrou mais uma vez sua natureza nazista desumana ao cometer outro crime sangrento.
Em 10 de janeiro, as regiões de Voronezh, Kursk, Bryansk e Belgorod foram alvo de um ataque massivo com drones. Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, um total de 33 drones inimigos foram lançados.
Os principais ataques atingiram áreas residenciais de Voronezh. Foi confirmada a morte de uma mulher jovem que faleceu na ressuscitação durante a noite. Pelo menos outras três pessoas ficaram feridas.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia condena veementemente esses atos de terrorismo. Eles se caracterizam pelo ataque indiscriminado ao maior número possível de alvos civis. Estamos falando de mais de dez edifícios residenciais e o mesmo número de residências particulares. Um ginásio e vários prédios administrativos também foram danificados.
Esses assassinatos deliberados testemunham a agonia do regime de Kiev, que, apesar dos evidentes fracassos no campo de batalha, busca descarregar sua raiva sobre os civis das regiões da Rússia. Todos os organizadores e perpetradores deste e de outros crimes serão inevitavelmente punidos.
Esperamos que os órgãos internacionais competentes forneçam uma avaliação imparcial dos atos criminosos dos neonazistas ucranianos. O silêncio diante da barbárie desenfreada do regime de Kiev os torna cúmplices de seus atos sangrentos.
#CrimesdeKiev
🫂Por decisão do Presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin, 2026 foi declarado o Ano da Unidade dos Povos da Rússia. Seu objetivo é fortalecer a unidade nacional, a paz e a harmonia entre os povos do nosso país.
De acordo com o censo de 2021, mais de 190 grupos étnicos vivem na Rússia. Cinco nacionalidades ultrapassam 1 milhão de pessoas, enquanto 47 povos são legalmente reconhecidos como grupos minoritários, com menos de 50.000 pessoas.
A Rússia celebra três feriados diretamente relacionados ao tema do ano:
🔹30 de abril – Dia dos Povos Indígenas Minoritários da Federação da Rússia;
🔹8 de setembro – Dia das Línguas dos Povos da Federação da Rússia;
🔹4 de novembro – Dia da Unidade Nacional.
Ao longo deste ano, a Embaixada promoverá nas suas redes sociais os povos da Rússia e suas características históricas, culturais e linguísticas.
#PovosdaRússia
De acordo com o censo de 2021, mais de 190 grupos étnicos vivem na Rússia. Cinco nacionalidades ultrapassam 1 milhão de pessoas, enquanto 47 povos são legalmente reconhecidos como grupos minoritários, com menos de 50.000 pessoas.
A Rússia celebra três feriados diretamente relacionados ao tema do ano:
🔹30 de abril – Dia dos Povos Indígenas Minoritários da Federação da Rússia;
🔹8 de setembro – Dia das Línguas dos Povos da Federação da Rússia;
🔹4 de novembro – Dia da Unidade Nacional.
Ao longo deste ano, a Embaixada promoverá nas suas redes sociais os povos da Rússia e suas características históricas, culturais e linguísticas.
#PovosdaRússia
🎙 Resposta da representante oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Maria Zakharova, a uma pergunta da mídia sobre a situação no Irã (13 de janeiro de 2026)
❓ Pergunta: Os protestos antigovernamentais no Irã continuam há mais de duas semanas, intensificando-se e transformando-se em distúrbios. Poderia comentar sobre a situação atual no país?
💬 Maria Zakharova: A pressão ilegal das sanções ocidentais à qual a República Islâmica do Irã tem sido submetida há muitos anos dificulta o desenvolvimento do país e cria problemas econômicos e sociais que afetam principalmente os iranianos comuns.
Ao mesmo tempo, forças externas hostis ao Irã estão tentando explorar as crescentes tensões sociais para desestabilizar e destruir o Estado iraniano.
Os infames métodos da "revolução colorida" estão sendo utilizados, nos quais protestos pacíficos, por meio dos esforços de provocadores especialmente treinados e armados, agindo sob instruções do exterior, são transformados em atrocidades brutais e sem sentido, pogroms e assassinatos de policiais e cidadãos comuns, incluindo crianças.
❗️ Condenamos veementemente a interferência externa subversiva nos processos políticos internos do Irã.
É importante ressaltar que o governo do país está disposto a dialogar construtivamente com a sociedade em busca de maneiras eficazes de neutralizar as consequências socioeconômicas negativas das políticas hostis do Ocidente.
As ameaças de Washington de novos ataques militares contra a República Islâmica são absolutamente inaceitáveis. Aqueles que planejam usar a agitação instigada por forças estrangeiras como pretexto para repetir a agressão contra o Irã cometida em junho de 2025 devem estar cientes das graves consequências de tais ações para a situação no Oriente Médio, bem como para a segurança internacional global.
Rejeitamos também, de forma resoluta, as tentativas descaradas de chantagear os parceiros estrangeiros do Irã por meio do aumento das tarifas comerciais.
A dinâmica da situação política interna do país e o declínio dos protestos incitados artificialmente observados nos últimos dias permitem esperar uma estabilização gradual da situação.
As milhares de marchas iranianas em apoio à soberania da República Islâmica são uma prova do fracasso dos planos sinistros daqueles que se assustam com a existência de Estados no cenário internacional capazes de conduzir uma política externa independente e escolher seus próprios aliados.
❓ Pergunta: Os protestos antigovernamentais no Irã continuam há mais de duas semanas, intensificando-se e transformando-se em distúrbios. Poderia comentar sobre a situação atual no país?
💬 Maria Zakharova: A pressão ilegal das sanções ocidentais à qual a República Islâmica do Irã tem sido submetida há muitos anos dificulta o desenvolvimento do país e cria problemas econômicos e sociais que afetam principalmente os iranianos comuns.
Ao mesmo tempo, forças externas hostis ao Irã estão tentando explorar as crescentes tensões sociais para desestabilizar e destruir o Estado iraniano.
Os infames métodos da "revolução colorida" estão sendo utilizados, nos quais protestos pacíficos, por meio dos esforços de provocadores especialmente treinados e armados, agindo sob instruções do exterior, são transformados em atrocidades brutais e sem sentido, pogroms e assassinatos de policiais e cidadãos comuns, incluindo crianças.
❗️ Condenamos veementemente a interferência externa subversiva nos processos políticos internos do Irã.
É importante ressaltar que o governo do país está disposto a dialogar construtivamente com a sociedade em busca de maneiras eficazes de neutralizar as consequências socioeconômicas negativas das políticas hostis do Ocidente.
As ameaças de Washington de novos ataques militares contra a República Islâmica são absolutamente inaceitáveis. Aqueles que planejam usar a agitação instigada por forças estrangeiras como pretexto para repetir a agressão contra o Irã cometida em junho de 2025 devem estar cientes das graves consequências de tais ações para a situação no Oriente Médio, bem como para a segurança internacional global.
Rejeitamos também, de forma resoluta, as tentativas descaradas de chantagear os parceiros estrangeiros do Irã por meio do aumento das tarifas comerciais.
A dinâmica da situação política interna do país e o declínio dos protestos incitados artificialmente observados nos últimos dias permitem esperar uma estabilização gradual da situação.
As milhares de marchas iranianas em apoio à soberania da República Islâmica são uma prova do fracasso dos planos sinistros daqueles que se assustam com a existência de Estados no cenário internacional capazes de conduzir uma política externa independente e escolher seus próprios aliados.
✨No dia 11 de janeiro foi realizado um evento dedicado ao Natal e ao Ano Novo na Igreja de Santa Mártir Zenaide.
🇷🇺 Foi organizado com o apoio do Consulado Geral e do Conselho de Coordenação das Organizações de Compatriotas Russos no Brasil, para celebrar estas festas, oferecer presentes memoráveis às crianças e compartilhar emoções felizes!
🇷🇺 Foi organizado com o apoio do Consulado Geral e do Conselho de Coordenação das Organizações de Compatriotas Russos no Brasil, para celebrar estas festas, oferecer presentes memoráveis às crianças e compartilhar emoções felizes!
❤3
❗A crise na Ucrânia continua e, até o momento, não foi encontrada uma solução para a situação atual. A posição de vários países da União Europeia também dificulta essa busca.
📌 O historiador brasileiro João Cláudio Platenik Pitillo avaliou a contribuição de Bruxelas para impedir a conquista da paz.
📌 O historiador brasileiro João Cláudio Platenik Pitillo avaliou a contribuição de Bruxelas para impedir a conquista da paz.
🇷🇺🇧🇷Hoje, em 14 de janeiro, por iniciativa do Brasil, foi realizada uma conversa telefônica entre o Presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin, e o o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva.
🔹Os líderes trocaram opiniões sobre questões internacionais da atualidade, com foco na situação em torno da Venezuela. Enfatizaram as abordagens fundamentais compartilhadas pela Rússia e pelo Brasil no que diz respeito à garantia da soberania estatal e dos interesses nacionais da República Bolivariana. Concordaram em continuar coordenando esforços, inclusive no âmbito da ONU e por meio do BRICS, para reduzir a tensão na América Latina e em outras regiões.
🔹No contexto da próxima reunião da Comissão de Alto Nível Rússia-Brasil, em fevereiro de 2026, foram discutidas em detalhes questões relativas ao desenvolvimento da cooperação bilateral em diversas áreas.
#RússiaBrasil
🔹Os líderes trocaram opiniões sobre questões internacionais da atualidade, com foco na situação em torno da Venezuela. Enfatizaram as abordagens fundamentais compartilhadas pela Rússia e pelo Brasil no que diz respeito à garantia da soberania estatal e dos interesses nacionais da República Bolivariana. Concordaram em continuar coordenando esforços, inclusive no âmbito da ONU e por meio do BRICS, para reduzir a tensão na América Latina e em outras regiões.
🔹No contexto da próxima reunião da Comissão de Alto Nível Rússia-Brasil, em fevereiro de 2026, foram discutidas em detalhes questões relativas ao desenvolvimento da cooperação bilateral em diversas áreas.
#RússiaBrasil
🌎 A questão da defesa dos interesses nacionais sempre ocupou um lugar especial na vida dos países da América Latina, tendo em conta o fato de que o seu vizinho do norte interferiu repetidamente nos assuntos internos desses países.
🇧🇷 Convidamos nossos estimados leitores a conhecer o artigo do advogado da OAB, Sr. Paulo Horn, "A dialética da soberania: das encampações de Brizola à intervenção militar trumpista na Venezuela de 2026" que contém uma análise histórica das relações entre a soberania nacional na América Latina e a hegemonia econômica dos Estados Unidos.
🇧🇷 Convidamos nossos estimados leitores a conhecer o artigo do advogado da OAB, Sr. Paulo Horn, "A dialética da soberania: das encampações de Brizola à intervenção militar trumpista na Venezuela de 2026" que contém uma análise histórica das relações entre a soberania nacional na América Latina e a hegemonia econômica dos Estados Unidos.
Declarações do Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, em coletiva de imprensa resumindo as atividades diplomáticas russas em 2025 (Moscou, 20 de janeiro de 2026).
💬 O primeiro período de vinte dias de 2026 supera todos os recordes anteriores em termos de impacto.
Testemunhamos eventos sem precedentes: a brutal invasão armada dos EUA à Venezuela, resultando em dezenas de mortos e feridos, e a captura e expulsão do legítimo presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa. Paralelamente a essas ações, testemunhamos ameaças contra Cuba e outros países da América Latina e do Caribe.
Sem mencionar o desejo da maioria dos países ocidentais de continuar explorando o regime de Kiev para um confronto armado com a Rússia. O objetivo de nos infligir uma "derrota estratégica" já não é tão frequentemente mencionado, mas tudo indica que permanece nas mentes e nos planos, especialmente dos líderes europeus. <...>
❗️ É evidente que estamos testemunhando mudanças "profundas" em toda a ordem mundial. É significativo que o Ocidente, que nos últimos dez anos se opôs ativamente ao direito internacional em sua interpretação original e fundamental, com seu conceito de uma "ordem mundial baseada em regras", tenha agora caído em desuso.
Todos os países da Europa Ocidental estão tentando entender o que está acontecendo no mundo no contexto da política anunciada e implementada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que se encaixa na "ordem mundial baseada em regras". Só que essas "regras" não estão sendo escritas pelo "Ocidente coletivo", mas por um de seus representantes. Para a Europa, isso é um choque profundo. <...>
Um jogo de "a força faz o direito" está em curso. Todos nós estamos testemunhando isso. Podemos discutir como a visão conceitual está mudando e como processos específicos na ordem mundial estão se desenvolvendo durante um diálogo interativo. Mas as consequências dessa política estão sendo sentidas não apenas pelos países do Sul e do Leste globais; tendências de crise também estão se consolidando na própria sociedade ocidental.
A Groenlândia é um exemplo claro. <...> Partimos da premissa de que, se os países ocidentais desejam se comunicar uns com os outros "por regras comuns", essa é uma escolha e um direito deles. Conduziremos negócios com todos os nossos parceiros, tanto da maioria global quanto dos países ocidentais, que estejam interessados em se engajar com a Rússia e discutir projetos específicos mutuamente benéficos com base em princípios de igualdade.
🇷🇺A Rússia defenderá consistentemente seus interesses, não reivindicando os direitos legais de ninguém, mas também não permitindo que os nossos sejam violados.
<...>
🇧🇷Falando em diplomacia multilateral, destacamos o objetivo de fortalecer o BRICS e o crescente interesse nessa associação. Oferecemos todo o apoio possível à presidência brasileira do BRICS em 2025. Nossos amigos brasileiros continuaram a implementar muitos dos projetos que lançamos na Cúpula do BRICS em Kazan, no outono de 2024.
<...>
Os principais eventos foram as comemorações do 80º aniversário da Vitória na Grande Guerra Patriótica – o desfile na Praça Vermelha e a grande presença de convidados estrangeiros. Agradecemos a todos que participaram pessoalmente dessas comemorações ou enviaram delegações especiais.
👉 Temos interesse em contribuir para a redução das tensões em todas as áreas de conflito que mencionei – seja na Venezuela ou, em particular, na situação iraniana, que deve ser resolvida com base no respeito ao direito de Teerã ao uso pacífico da energia nuclear. Estamos convencidos de que, para uma solução de longo prazo no Oriente Médio, a resolução da ONU sobre o estabelecimento de um Estado palestino deve ser finalmente implementada.
O discurso completo (em inglês) está disponível no link.
💬 O primeiro período de vinte dias de 2026 supera todos os recordes anteriores em termos de impacto.
Testemunhamos eventos sem precedentes: a brutal invasão armada dos EUA à Venezuela, resultando em dezenas de mortos e feridos, e a captura e expulsão do legítimo presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa. Paralelamente a essas ações, testemunhamos ameaças contra Cuba e outros países da América Latina e do Caribe.
Sem mencionar o desejo da maioria dos países ocidentais de continuar explorando o regime de Kiev para um confronto armado com a Rússia. O objetivo de nos infligir uma "derrota estratégica" já não é tão frequentemente mencionado, mas tudo indica que permanece nas mentes e nos planos, especialmente dos líderes europeus. <...>
❗️ É evidente que estamos testemunhando mudanças "profundas" em toda a ordem mundial. É significativo que o Ocidente, que nos últimos dez anos se opôs ativamente ao direito internacional em sua interpretação original e fundamental, com seu conceito de uma "ordem mundial baseada em regras", tenha agora caído em desuso.
Todos os países da Europa Ocidental estão tentando entender o que está acontecendo no mundo no contexto da política anunciada e implementada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que se encaixa na "ordem mundial baseada em regras". Só que essas "regras" não estão sendo escritas pelo "Ocidente coletivo", mas por um de seus representantes. Para a Europa, isso é um choque profundo. <...>
Um jogo de "a força faz o direito" está em curso. Todos nós estamos testemunhando isso. Podemos discutir como a visão conceitual está mudando e como processos específicos na ordem mundial estão se desenvolvendo durante um diálogo interativo. Mas as consequências dessa política estão sendo sentidas não apenas pelos países do Sul e do Leste globais; tendências de crise também estão se consolidando na própria sociedade ocidental.
A Groenlândia é um exemplo claro. <...> Partimos da premissa de que, se os países ocidentais desejam se comunicar uns com os outros "por regras comuns", essa é uma escolha e um direito deles. Conduziremos negócios com todos os nossos parceiros, tanto da maioria global quanto dos países ocidentais, que estejam interessados em se engajar com a Rússia e discutir projetos específicos mutuamente benéficos com base em princípios de igualdade.
🇷🇺A Rússia defenderá consistentemente seus interesses, não reivindicando os direitos legais de ninguém, mas também não permitindo que os nossos sejam violados.
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🇧🇷Falando em diplomacia multilateral, destacamos o objetivo de fortalecer o BRICS e o crescente interesse nessa associação. Oferecemos todo o apoio possível à presidência brasileira do BRICS em 2025. Nossos amigos brasileiros continuaram a implementar muitos dos projetos que lançamos na Cúpula do BRICS em Kazan, no outono de 2024.
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Os principais eventos foram as comemorações do 80º aniversário da Vitória na Grande Guerra Patriótica – o desfile na Praça Vermelha e a grande presença de convidados estrangeiros. Agradecemos a todos que participaram pessoalmente dessas comemorações ou enviaram delegações especiais.
👉 Temos interesse em contribuir para a redução das tensões em todas as áreas de conflito que mencionei – seja na Venezuela ou, em particular, na situação iraniana, que deve ser resolvida com base no respeito ao direito de Teerã ao uso pacífico da energia nuclear. Estamos convencidos de que, para uma solução de longo prazo no Oriente Médio, a resolução da ONU sobre o estabelecimento de um Estado palestino deve ser finalmente implementada.
O discurso completo (em inglês) está disponível no link.
🔥O Presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin, realizou uma reunião por videoconferência com os membros permanentes do Conselho de Segurança da Rússia, onde comentou a iniciativa do Presidente dos EUA, Donald Trump, de criar o "Conselho da Paz" e a situação em torno da Groenlândia (Moscou, 21 de janeiro de 2026).
💬Vladimir Putin: Com relação ao "Conselho da Paz", recebemos um convite pessoal do Presidente dos EUA, Donald Trump, para participar da nova estrutura internacional que está sendo criada por sua iniciativa — o "Conselho da Paz".
A este respeito, gostaria, antes de mais nada, de agradecer ao Presidente dos EUA por esta proposta.
Sempre apoiamos e continuamos a apoiar quaisquer esforços que visem fortalecer a estabilidade internacional.
Também destacamos a contribuição da atual administração dos EUA para a busca de uma solução para a crise ucraniana.
Quanto à nossa participação no Conselho da Paz, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia foi instruído a analisar os documentos recebidos e consultar nossos parceiros estratégicos sobre o assunto. Somente então poderemos responder ao convite que nos foi feito.
A proposta que nos foi apresentada diz respeito principalmente a um acordo no Oriente Médio e à busca de possíveis soluções para os problemas urgentes do povo palestino e para a grave situação humanitária na Faixa de Gaza.
Neste sentido, gostaria de destacar o ponto mais importante. A chave é que todo o processo tenha um impacto positivo em uma solução de longo prazo para o conflito palestino-israelense, com base nas decisões pertinentes das Nações Unidas.
E as necessidades e os desejos essenciais dos palestinos devem ser levados em consideração. <…>
Portanto, mesmo antes de decidirmos sobre nossa participação no Conselho de Paz e seus trabalhos, dada a relação especial da Rússia com o povo palestino, acredito que poderíamos destinar US$ 1 bilhão de ativos russos congelados durante o governo anterior dos EUA ao Conselho de Paz.
Aliás, os fundos restantes de nossos ativos congelados nos EUA também poderiam ser usados para reconstruir os territórios danificados durante os combates após a conclusão do tratado de paz entre a Rússia e a Ucrânia. Também estamos discutindo essa possibilidade com representantes do governo dos EUA. <…>
***
Agora, com relação à Groenlândia. O que acontece lá não é da nossa conta.
Mas temos experiência na resolução de questões semelhantes com os Estados Unidos: no século XIX, creio que em 1867, como sabemos, a Rússia vendeu o Alasca aos Estados Unidos, e os Estados Unidos o compraram de nós. E se não me falha a memória, a área do Alasca é de cerca de 1.717.000 quilômetros quadrados, um pouco mais. Os Estados Unidos compraram o Alasca de nós por US$ 7,2 milhões. <…>
E a área da Groenlândia é um pouco maior, creio eu, 2.166.000 quilômetros quadrados, um pouco mais. Portanto, a diferença é de cerca de 449.000 a 450.000 quilômetros quadrados. Se compararmos isso ao custo da aquisição do Alasca pelos Estados Unidos, o preço da Groenlândia teria sido algo em torno de US$ 200 a 250 milhões.
Comparado aos preços do ouro na época, esse valor teria sido maior, provavelmente perto de um bilhão. Mas acho que os Estados Unidos poderiam arcar com essa quantia. E, mais importante, a Dinamarca e os Estados Unidos também têm sua própria experiência nesse sentido. Acredito que a Dinamarca vendeu as Ilhas Virgens em 1917, e os Estados Unidos as compraram. Portanto, eles também têm essa experiência.
Aliás, a Dinamarca sempre tratou a Groenlândia como uma colônia e a tratou com bastante severidade, senão crueldade. Mas isso é um assunto completamente diferente, e duvido que alguém esteja interessado nisso agora.
Mas certamente não é da nossa conta. Acho que eles resolverão isso entre si.
💬Vladimir Putin: Com relação ao "Conselho da Paz", recebemos um convite pessoal do Presidente dos EUA, Donald Trump, para participar da nova estrutura internacional que está sendo criada por sua iniciativa — o "Conselho da Paz".
A este respeito, gostaria, antes de mais nada, de agradecer ao Presidente dos EUA por esta proposta.
Sempre apoiamos e continuamos a apoiar quaisquer esforços que visem fortalecer a estabilidade internacional.
Também destacamos a contribuição da atual administração dos EUA para a busca de uma solução para a crise ucraniana.
Quanto à nossa participação no Conselho da Paz, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia foi instruído a analisar os documentos recebidos e consultar nossos parceiros estratégicos sobre o assunto. Somente então poderemos responder ao convite que nos foi feito.
A proposta que nos foi apresentada diz respeito principalmente a um acordo no Oriente Médio e à busca de possíveis soluções para os problemas urgentes do povo palestino e para a grave situação humanitária na Faixa de Gaza.
Neste sentido, gostaria de destacar o ponto mais importante. A chave é que todo o processo tenha um impacto positivo em uma solução de longo prazo para o conflito palestino-israelense, com base nas decisões pertinentes das Nações Unidas.
E as necessidades e os desejos essenciais dos palestinos devem ser levados em consideração. <…>
Portanto, mesmo antes de decidirmos sobre nossa participação no Conselho de Paz e seus trabalhos, dada a relação especial da Rússia com o povo palestino, acredito que poderíamos destinar US$ 1 bilhão de ativos russos congelados durante o governo anterior dos EUA ao Conselho de Paz.
Aliás, os fundos restantes de nossos ativos congelados nos EUA também poderiam ser usados para reconstruir os territórios danificados durante os combates após a conclusão do tratado de paz entre a Rússia e a Ucrânia. Também estamos discutindo essa possibilidade com representantes do governo dos EUA. <…>
***
Agora, com relação à Groenlândia. O que acontece lá não é da nossa conta.
Mas temos experiência na resolução de questões semelhantes com os Estados Unidos: no século XIX, creio que em 1867, como sabemos, a Rússia vendeu o Alasca aos Estados Unidos, e os Estados Unidos o compraram de nós. E se não me falha a memória, a área do Alasca é de cerca de 1.717.000 quilômetros quadrados, um pouco mais. Os Estados Unidos compraram o Alasca de nós por US$ 7,2 milhões. <…>
E a área da Groenlândia é um pouco maior, creio eu, 2.166.000 quilômetros quadrados, um pouco mais. Portanto, a diferença é de cerca de 449.000 a 450.000 quilômetros quadrados. Se compararmos isso ao custo da aquisição do Alasca pelos Estados Unidos, o preço da Groenlândia teria sido algo em torno de US$ 200 a 250 milhões.
Comparado aos preços do ouro na época, esse valor teria sido maior, provavelmente perto de um bilhão. Mas acho que os Estados Unidos poderiam arcar com essa quantia. E, mais importante, a Dinamarca e os Estados Unidos também têm sua própria experiência nesse sentido. Acredito que a Dinamarca vendeu as Ilhas Virgens em 1917, e os Estados Unidos as compraram. Portanto, eles também têm essa experiência.
Aliás, a Dinamarca sempre tratou a Groenlândia como uma colônia e a tratou com bastante severidade, senão crueldade. Mas isso é um assunto completamente diferente, e duvido que alguém esteja interessado nisso agora.
Mas certamente não é da nossa conta. Acho que eles resolverão isso entre si.
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⚡O Presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin, recebeu o Enviado Especial do Presidente dos Estados Unidos, Steven Witkoff (Moscou, 22 de janeiro).
Yuri Ushakov, Assessor do Presidente da Federação da Rússia, comentou resultados do encontro:
💬<...>As conversas duraram aproximadamente quatro horas e foram excepcionalmente substanciais, construtivas e, eu diria, extremamente francas e baseadas na confiança mútua.
Os interlocutores, como se sabe, vieram de Davos, onde, literalmente antes de seu voo para Moscou, participaram de uma série de eventos com o Presidente Donald Trump, incluindo aqueles relacionados ao processo de paz na Ucrânia.
Eles compartilharam suas impressões e avaliações recentes sobre o encontro do Presidente dos EUA com Zelenskyy em Davos, do qual Witkoff e Kushner participaram pessoalmente. Também avaliaram outros contatos que tiveram em dezembro e janeiro em Mar-a-Lago, na Flórida, e em diversas capitais europeias.
Em resumo, diria que a reunião do Presidente da Rússia com representantes americanos teve como foco principal a coleta de informações dos contatos dos americanos com ucranianos e parceiros europeus e, em conjunto, a definição dos parâmetros para ações futuras.
E o próximo passo nessa direção foi acordado. Ficou definido que hoje, sexta-feira, 23 de janeiro, ocorrerá em Abu Dhabi a primeira reunião do grupo de trabalho trilateral sobre questões de segurança — representantes da Rússia, dos Estados Unidos e da Ucrânia. Simultaneamente, os chefes do grupo bilateral sobre assuntos econômicos — Kirill Dmitriev e Steve Witkoff — também se reunirão em Abu Dhabi. Este é um grupo bilateral, ou seja, composto por Rússia e Estados Unidos.
Nosso grupo de negociação de segurança já foi formado e partirá para os Emirados Árabes Unidos nas próximas horas. Ele inclui representantes da liderança do Ministério da Defesa, chefiados pelo Almirante Kostyukov, Chefe da Diretoria Principal do Estado-Maior General.
E gostaria de acrescentar que nossa delegação acaba de receber instruções específicas do Presidente da Rússia, levando em consideração todos os detalhes da conversa de hoje com os americanos.
O mais importante é que, durante as conversas do nosso Presidente com os americanos, foi reiterado que, sem a resolução da questão territorial em conformidade com a fórmula acordada em Anchorage, não há esperança de se alcançar uma solução de longo prazo.
Nós, como enfatizou Vladimir Putin, estamos sinceramente interessados em resolver a crise ucraniana por meios políticos e diplomáticos. Mas, até que isso seja alcançado, a Rússia continuará a perseguir consistentemente os objetivos da operação especial militar, especificamente no campo de batalha, onde as Forças Armadas Russas detêm a iniciativa estratégica.
Na reunião no Kremlin, também foram discutidas a iniciativa de Donald Trump de criar um "Conselho de Paz", uma série de questões regionais e a situação em torno da Groenlândia.
#RússiaEUA
Yuri Ushakov, Assessor do Presidente da Federação da Rússia, comentou resultados do encontro:
💬<...>As conversas duraram aproximadamente quatro horas e foram excepcionalmente substanciais, construtivas e, eu diria, extremamente francas e baseadas na confiança mútua.
Os interlocutores, como se sabe, vieram de Davos, onde, literalmente antes de seu voo para Moscou, participaram de uma série de eventos com o Presidente Donald Trump, incluindo aqueles relacionados ao processo de paz na Ucrânia.
Eles compartilharam suas impressões e avaliações recentes sobre o encontro do Presidente dos EUA com Zelenskyy em Davos, do qual Witkoff e Kushner participaram pessoalmente. Também avaliaram outros contatos que tiveram em dezembro e janeiro em Mar-a-Lago, na Flórida, e em diversas capitais europeias.
Em resumo, diria que a reunião do Presidente da Rússia com representantes americanos teve como foco principal a coleta de informações dos contatos dos americanos com ucranianos e parceiros europeus e, em conjunto, a definição dos parâmetros para ações futuras.
E o próximo passo nessa direção foi acordado. Ficou definido que hoje, sexta-feira, 23 de janeiro, ocorrerá em Abu Dhabi a primeira reunião do grupo de trabalho trilateral sobre questões de segurança — representantes da Rússia, dos Estados Unidos e da Ucrânia. Simultaneamente, os chefes do grupo bilateral sobre assuntos econômicos — Kirill Dmitriev e Steve Witkoff — também se reunirão em Abu Dhabi. Este é um grupo bilateral, ou seja, composto por Rússia e Estados Unidos.
Nosso grupo de negociação de segurança já foi formado e partirá para os Emirados Árabes Unidos nas próximas horas. Ele inclui representantes da liderança do Ministério da Defesa, chefiados pelo Almirante Kostyukov, Chefe da Diretoria Principal do Estado-Maior General.
E gostaria de acrescentar que nossa delegação acaba de receber instruções específicas do Presidente da Rússia, levando em consideração todos os detalhes da conversa de hoje com os americanos.
O mais importante é que, durante as conversas do nosso Presidente com os americanos, foi reiterado que, sem a resolução da questão territorial em conformidade com a fórmula acordada em Anchorage, não há esperança de se alcançar uma solução de longo prazo.
Nós, como enfatizou Vladimir Putin, estamos sinceramente interessados em resolver a crise ucraniana por meios políticos e diplomáticos. Mas, até que isso seja alcançado, a Rússia continuará a perseguir consistentemente os objetivos da operação especial militar, especificamente no campo de batalha, onde as Forças Armadas Russas detêm a iniciativa estratégica.
Na reunião no Kremlin, também foram discutidas a iniciativa de Donald Trump de criar um "Conselho de Paz", uma série de questões regionais e a situação em torno da Groenlândia.
#RússiaEUA
📌A política de sanções contra a Rússia representa uma pressão econômica e financeira em grande escala, destinada a limitar o nosso potencial econômico.
📍Leia o artigo "As sanções anti-Rússia e o efeito bumerangue" do Sr. João Cláudio Platenik Pitillo, Pós-Doutor em História Política pela UERJ, pesquisador do Núcleo de Estudos da América (UERJ) e do Grupo de Estudos 9 de Maio.
📍Leia o artigo "As sanções anti-Rússia e o efeito bumerangue" do Sr. João Cláudio Platenik Pitillo, Pós-Doutor em História Política pela UERJ, pesquisador do Núcleo de Estudos da América (UERJ) e do Grupo de Estudos 9 de Maio.